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terça-feira, 28 de agosto de 2007

Pássaro

Minha alma é redemoinho
Que leva ao regaço do vento
As palavras mães deste pensamento
Sou pássaro
Que toco e retoque as marés
De um mar sem destino
Poiso nessa alva espuma
Olho o horizonte
Não me detenho
Já não há aragem
Nem sal que tinja
O QUERER

Voo até ao infinito
Nas asas trago estrelas
No coração
A frescura de um sonho.

2 comentários:

O Profeta disse...

Preso na tua mão amarrotado papel
Que largas no meio da rua
Consagrando a certeza, eu e tu,
Somos a luz que continua

A lonjura desenha uma cruel ironia
Cobre o sentimento, no vale da distância
Deixa gravada no basalto negro
A tua doce lembrança

Boa semana

Profético beijo

SentidoS disse...

Sentidas são, as letras de um sonho, os segredos de um olhar, um cavo gemido na encosta de uma asa, no querer de um esvoaçar...adorei este poema e o outro abaixo.

Beijo Sentido